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Foto: Paulo Rica
Incêndios florestais podem fazer aumentar as contas das emissões de dióxido de carbono
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A falácia
Por Pedro Lucas - Lisboa
Uma falácia , esta coisa do CO2, a bolsa do carbono, os protocolos baseados no conceito do "vamos controlar o CO2 para a temperatura da terra nao subir". Tanta estupidez, e sobretudo tanta a gente a ganhar com isto. Os fogos combatem-se porque se deve proteger a floresta, um dos maiores bens de um país. Andar a discutir a exclusao do CO2 dos incendios na quota anual portuguesa é ... triste, Temos um incendio? Não faz mal, até dá jeito, desconta-se o CO2.
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Solução simples descontar CO2
Por Carlos Gomes - Leiria
Estamos perante o jogo perigoso do faz de conta, que este governo nos tem bem ensinado nos últimos 4 anos. E, mais grave ainda, vendo esta medida, vemos que nos próximos 4 anos vamos ter o mesmo jogo. Os fogos florestais, são um problema gravissimo em Portugal, que não se resume apenas à perda de floresta e a produção CO2. Temos a somar ainda a perda de, vidas humanas, biodiversidade fauna e flora, habitações, explorações agrícolas, explorações animais, empresas, turismo rural, postos trabalho, investimento, enfim perdemos muita riqueza. E a solução parece ser apenas descontar CO2?
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Solução simples descontar CO2
Por Carlos Gomes - Leiria
Estamos perante o jogo perigoso do faz de conta, que este governo nos tem bem ensinado nos últimos 4 anos. E, mais grave ainda, vendo esta medida, vemos que nos próximos 4 anos vamos ter o mesmo jogo. Os fogos florestais, são um problema gravissimo em Portugal, que não se resume apenas à perda de floresta e a produção CO2. Temos a somar ainda a perda de, vidas humanas, biodiversidade fauna e flora, habitações, explorações agrícolas, explorações animais, empresas, turismo rural, postos trabalho, investimento, enfim perdemos muita riqueza. E a solução parece ser apenas descontar CO2?
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Portugal quer descontar CO2 de fogos florestais “catastróficos” 12.11.2009
Ricardo Garcia
Portugal quer que a União Europeia leve à cimeira climática de Copenhaga, em Dezembro, a proposta de um regime de excepção para a contabilidade das emissões dos fogos florestais de dimensões "catastróficas".
O Governo levou esta ideia para as discussões internas da UE, que apresenta posições conjuntas nas negociações que estão em curso para um novo tratado que substitua o Protocolo de Quioto.
A proposta portuguesa é a de que em casos de “força maior” haja um desconto na contribuição dos fogos para as emissões de gases com efeito de estufa. “Trata-se de eventos extremos, que não podem ser atribuídos às actividades humanas”, explica Nuno Lacasta, coordenador da Comissão para as Alterações Climáticas. Esse desconto seria depois compensado pela plantação de novas áreas florestais, nos anos seguintes, ou pela regeneração das áreas ardidas.
Em 2003 – ano em que arderam 430 mil hectares de floresta – , a contribuição dos fogos foi decisiva para um valor recorde nas emissões nacionais: 90,2 milhões de toneladas de dióxido de carbono. O sector florestal contribuiu com quase cinco milhões de toneladas, segundo o último inventário de emissões apresentado por Portugal às Nações Unidas.
Segundo Nuno Lacasta, a proposta portuguesa é consensual no seio da UE, sendo também bem vista por outros países. A questão dos incêndios, afirma Lacasta, “é obviamente central para Portugal, Espanha, França, Grécia, mas também para os Estados Unidos e Austrália”.
A ideia será possivelmente integrada na posição comum que a UE levará a Copenhaga, sobre novos compromissos de emissões para os países desenvolvidos. A cimeira teoricamente deveria chegar a um acordo final sobre um sucessor para o Protocolo de Quioto, cuja primeira fase expira em 2012, no combate às alterações climáticas. Mas possivelmente um novo tratado só será poderá ser alcançado no próximo ano.
Portugal está a apoiar outras posições que reflictam uma melhor contabilização das florestas nas emissões. Uma delas é eliminar os tectos que existem para os efeitos de medidas adicionais para o aumento da capacidade das florestas em absorver dióxido de carbono. Portugal tem um limite de 800 mil toneladas por ano, aplicável ao primeiro período de cumprimento do Protocolo de Quioto (2008-2012).
Também agrada ao Governo a possibilidade de se levar em conta o carbono retido em produtos florestais, abatendo o valor das emissões nacionais. “Por enquanto, só é contabilizado o que é retido na floresta. O que está a ser estudado é se o que está dentro dos produtos florestais também deve ser contabilizado. Há um consenso sobre isto entre os países desenvolvidos e Portugal apoia esta proposta”, disse à agência Lusa Paulo Canaveira, membro da Comissão para as Alterações Climáticas.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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