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Foto: PÚBLICO
Neste século, a população rondará os nove mil milhões de pessoas, todas procurando um elevado padrão de vida
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Não gostaram
Por Jorge Silva Marques - Lisboa
Não gostaram da notícia. Esquecem-se de que todos os minutos desaparece um pedaço de floresta do tamanho de um estádio de futebol. Olhem para o Google Earth, e verão que o solo arável é já escasso. Em África, por exemplo, na América latina, etc. Os outros recursos também são escassos. Não pensem que o crescimento pode continuar para sempre. ATé porque ele não se processa linearmente, mas exponencialmente. Se a população mundial duplicou em 40 ou 50 anos, vai voltar a duplicar em 20 ou 25, e a seguir em 10, 5, ou até um ano! E se não se fizer nada, muito antes de se chegar lá, haverá guerras pelos recursos disponíveis. E milhões de mortos, por falta, designadamente, de água. Ouçam, portanto, os avisos...
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Antropocídio
Por HV - Coimbra
O desejo ardente das pessoas quererem ser lembradas para a eternidade levam a declarações e ideias absurdas, como o desejo de que hajam revoluções pré-anunciadas para fazer face a um futuro que só eles conseguem ver e prever. Desde há 30 anos a população mundial cresceu quase 50%. Houve falta de alimento? Não, e todos os anos atingem-se recordes de produção de cereais. E não são revoluções, mas a oferta/procura que guia esta produção. Há fome? Há! Mas a culpa é do poder local, não da falta de comida. Há alguém a mais? Claro que não! Mas estes senhores ligados ao ambientalismo acham que sim. Alguns acham que só devia haver 1/6 da população actual. E são gente com responsabilidades a nível de poder. São referências implícitas a antropocídio que passam impunes. E este David King foi até há pouco tempo o Conselheiro Mor do Governo Britânico! Cadeia, para esta gentalha, é pouco! Talvez obrigá-los a serem os primeiros a contribuir para a Solução Final que sugerem. Todas as outras soluções ou revoluções que sugerem são comentários supérfluos que não alteram em nada a evolução do mundo real.
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Pergunto
Por YM - Almada
A minha pergunta é se, principalmente nos paises em vias de desenvolvimento, a melhoria das condições de vida não vai levar também à queda da natalidade e logo a um abrandar do crescimento da população mundial? Um pouco à imagem do que se passou e passa nos paises mais desenvolvidos
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Especialista diz que será preciso uma “revolução” para lidar com aumento populacional 27.10.2009
Lusa
O especialista em Ambiente David King defendeu hoje, na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, que vai ser necessária uma transformação cultural e tecnológica global semelhante à Revolução Industrial para responder aos desafios colocados pelo crescimento exponencial da população.
“O século XXI será dominado pelos desafios colocados por uma população que rondará, em meados do século, os nove mil milhões de pessoas, todas procurando um elevado padrão de vida”, afirmou o director da Smith School of Enterprise and Environment, da Universidade de Oxford, na conferência “O Ambiente na Encruzilhada - Por um futuro sustentável”.
Para David King, as alterações climáticas representam o maior desafio de todos, uma vez que requerem uma resposta colectiva da população global para mitigar o efeito e para gerir os crescentes impactos nas sociedades.
“Os desafios sócio-políticos para dirigir tal resposta colectiva estão para lá de qualquer coisa anteriormente gerida. Isto pode bem conduzir, em meados deste século, a um deslizar para o conflito, causado pelos desafios de origem ambiental e de recursos a uma escala nunca antes experimentada”, sublinhou.
David King disse ainda que “os ecossistemas, um elemento essencial para o nosso bem-estar continuado como espécie, estão já ameaçados, enquanto a nossa necessidade de produção alimentar, água fresca, fontes de energia, minerais, etc, cresce exponencialmente em resposta a uma procura ilimitada”.
Para responder a estes desafios, David King defendeu a necessidade de “uma transformação cultural e tecnológica global a uma escala muito semelhante à da Renascença europeia ou da própria Revolução Industrial e um claro entendimento por todas as sociedades da necessidade de adaptar e reforçar os processos de governação global”.
“Tendo em vista o conhecimento actual, devíamos ter uma ligação entre os decisores políticos e as pessoas que detêm o conhecimento, como os climatologistas e sismólogos para minorar os riscos para a sociedade”, defendeu David King na conferência, que decorre hoje e amanhã na Gulbenkian. Por outro lado, defendeu ainda, as novas tecnologias devem ser utilizadas na agricultura para produzir culturas resistentes às secas e às cheias. “As estimativas para os próximos 20 anos indicam que temos de produzir mais 50 por cento de cereais para responder às necessidades actuais”, exemplificou.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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