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Foto: Pedro Cunha (arquivo)
O arquitecto exemplifica a Ria Formosa como uma zona natural que o Ministério do Ambiente não consegue proteger
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Oficialmente não há Conservação da Natureza em Portugal
Por Sidónio Albuquerque - Lisboa
Efectivamente o ICNB é um erro. Um erro gritante de desorganização interna. O sistema já não era muito brilhante, mas burocratizaram exponencialmente todos os procedimentos. Se antes, a presença de um director em cada Área Protegida, conferia representatividade às mesmas e autonomia aos seus funcionários, com maior iniciativa e incentivo na execução de acções necessárias, hoje, a existência de 1 director e 2 ou 3 adjuntos para 6 ou 7 Áreas Protegidas, é pura burrice. A existência de Supervisores que mais não são que elos de ligação, vulgares moços de recados, entre os restantes funcionários e os directores, só veio retirar mais um técnico a cada AP.
Se o anterior presidente do ICNB, Rosmaninho de Menezes, e uns quantos "ilustres" pensadores que entenderam que reunir com 30 directores a nivel nacional era complicado, como é que reunirão agora com 25 pessoas, entre directores e adjuntos? Será, sem dúvida, mais simples.
O ICNB não passa, actualmente, de uma entidade burocrática, para pareceres de AIA e PDM's, a maior parte, em projectos e espaços que nada têm a ver com os espaços dos Parques e Reservas Naturais deste país. UM ERRO!
Sr. Presidente Tito Rosa, arrume esta casa p. f..
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Por acaso....
Por Drakul - Montijo
Por acaso não era este senhor o Presidente dos Parques quando onde neste momento é o FreePort instalaram a Fabrica de Pneus Firestone?
Acho que se deviam preocupar com outras coisas ambientais e não por um centro comercial se ter instalado numa fabrica de pneus. Ou um centro comercial polui mais que uma fabrica de pneus?
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betao
Por steve wayne - Londres, Inglaterra
Portugal, um pais de betao a beira mar plantado? Os governantes, incluidos os Presidentes das Camaras deviam ter vergonha
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Reservas do país estão “a saque” denuncia criador dos primeiros parques naturais 04.03.2009
Lusa
O fundador e primeiro presidente do Serviço Nacional de Parques, Fernando Pessoa, considerou hoje que os parques naturais portugueses estão "a saque" e criticou a "inoperância" das entidades governamentais que tutelam o Ambiente.
"O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB) é uma tontice", disse hoje o professor convidado da Universidade do Algarve à agência Lusa, à margem da apresentação de um livro.
Segundo o arquitecto paisagista, que criou os primeiros parques e reservas naturais portugueses, o instituto está "descaracterizado" e a "estragar" o trabalho "sério" que começou no pós-25 de Abril. "Está tudo transformado num clientelismo", afirmou, apontando o caso Freeport como um dos "escândalos" que ocorreram na Reserva Natural do Estuário do Tejo e que, diz, não constitui caso único.
O responsável falava à margem da cerimónia de apresentação do livro "Árvores e Arbustos", do arquitecto José Marques Moreira, que foi hoje apresentado na Universidade do Algarve.
Quanto à Ria Formosa, que se estende por cinco concelhos algarvios, entre Loulé e Vila Real de Santo António, Fernando Pessoa salientou os "ataques" que têm sido feitos àquele sistema lagunar. "Qualquer dia [a Ria Formosa] parece um lago no meio do Campo Grande", ironizou, criticando o Ministério do Ambiente e ICNB de "inoperância" e acusando-os de não conseguir garantir a conservação da natureza.
"O que se faz em Portugal vai completamente ao arrepio do que acontece no resto da Europa, nomeadamente em Espanha", afirmou, acrescentando que Portugal é o único país onde os parques não têm um director.
"Há um supervisor para quatro ou cinco parques e com tantos adjuntos isto mais parece uma economia de mercearia", concluiu Fernando Pessoa.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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