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Foto: Daniel Rocha (arquivo)
O Freeport foi construído na Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo
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PS
Por Anónimo - lisboa
Tal como o Omar de Lisboa, também eu tenho um caso na família de afastamento por "conotação com um político activo na oposição", isto é, ter trabalhado num ministério psd anteriormente. Importa mencionar que este membro da minha família não tem qualquer filiação política e que foi seleccionado para o governo psd com base nas suas competências profissionais. Adivinhem quem recomendou o afastamento. Pois nem mais, o nosso primeiro ministro Sócrates.
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pareceres contrários
Por U.Guerra - Coimbra
"Bem hajam... e continuem a lutar contra a corrupção que mina este país, com inumeros recursos naturais que estão a ser delapidados por alguns em prejuizo de todos os outros... " - Sr. Estevão, inteiramente de acordo consigo! Mas, sabe o que isso custa? fará o Sr. uma pequena ideia? Alguns não resistiram, adoeceram, ficaram sem emprego. Outros, foram para o Tribunal Administrativo e gastaram tudo o que tinham e não tinham e continuam a lutar, apesar de tudo. Testemunhas, desaparecem; colegas, não nos reconhecem valor; chefias, nem vale a pena falar. É dífil, muito difícil! Fácil, é concordar com tudo e chegar à idade da reforma em paz e socego. Pode crer. Melhor é ser "colaboracionista".
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NÃO INCENSEM OS TÉCNICOS
Por Anónimo - Braga
Para quê "meter dentro" de ZPE´s as áreas envolventes com cnstruções?
Ora, se ali já existiam construções de fábricas de pneus, coisa que não é propriamente uma vivenda..., pergunta-se, então pela razão de a área correspondente haver sido "metida dentro" dos valores naturais a salvaguardar.
Mas alguém tem dúvidas que tudo isso, ou é estupidez ou é malévolo?
Se os ambientalista queriam que aquelas construções fossem desactivadas e demolidas, deveriam saber que o Estado português teria de pagar( e não tem dinheiro para o essencial!).
Se não é ignorância, é pior ainda a arrogância do sei, posso quero e mando.
A outra hipótese é a da corrupção. Tudo fica na mão do "parecerzinho" , da "conversinha" do pode , mas tem de ser salvaguardado este aspectozinho, do passarinho que pode morrer electrocutado, mais uma reuniãozinha para perguntar ao técnico e ao director se posto assim e assado e regado com uns bons almoços a pretexto, a coisa pode passar a "respeitar os incontornáveis padrões da legalidade". E é claro ao fim de tantos anos e de tanta passarada a revoar pelas cabeças, logo se descobre que, quando eles não são descarados, têm um preço...e, então depois de tantos anos a conviver e a "estudar" o dossier não haviam de o conhecer bem e de em dois dias e de uma penada despachar tudo rapidinho !?
No Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território, no ICNB, nas Câmaras em geral, todo o cidadão sabe, que tudo depende do requerimento, do parecer, isto é, tudo a jeito e a par, como não podia deixar de ser, com leis que só aqueles iluminados sabem interpretar.
Solução: Desfazer tudo de alto a baixo, leis e estruturas organizacionais.
Sem essa medida radical, continuaremos a ter montes de freeport´s, montes de cheiros de corrupção, montes de processos e abismos na justiça e nos tribunai e na PJ e no MºPº .
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Técnicos que deram parecer negativo afastados pelo ICN do licenciamento do Freeport 31.01.2009
PÚBLICO
Dois técnicos do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) que deram pareceres que chumbariam liminarmente o projecto do Freeport para Alcochete foram afastados do processo pela direcção daquele organismo em Setembro de 2001, noticiam a SIC e o semanário “Expresso” de hoje, em resultado de uma investigação conjunta.
O mesmo aconteceu com técnicos da Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET), a quem o ICN deixou de pedir colaboração, conta o mesmo jornal.
Foram os próprios técnicos António Bruxelas e Henrique Pereira dos Santos quem confirmaram terem sido “afastados em determinada altura”. Bruxelas era técnico da Divisão de Apoio a Áreas Protegidas (DSAAP), e Pereira Santos era chefe da Divisão.
Henrique Pereira dos Santos, citado no “Expresso”, diz que “a chefia entendeu que nessas circunstâncias (tendo em conta o parecer negativo por ele assinado) era melhor o processo ser acompanhado por alguém com outro ponto de vista”.
O mesmo técnico recorda que o projecto teve um “tratamento excepcional” na altura, mas acrescenta que “isso é o comum hoje em dia com os PIN”, os projectos considerados de Potencial Interesse Nacional, regime legal introduzido pelo Governo de José Sócrates.
No parecer daqueles dois técnicos de Junho de 2001, citado no “Expresso”, é dito que “o projecto não poderá ser viabilizado”, tendo em conta que “contraria formalmente o previsto no Plano Director Municipal (PDM) de Alcochete (...) e Reserva Ecológica Nacional (REN). Diziam que por isso não faria sentido prosseguir o processo de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA).
Mas alguns dias depois o director do DSAAP, Carlos Albuquerque, dizia que discordava que não fizesse sentido prosseguir o processo e a 11 de Setembro passou a conduzi-lo directamente.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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