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Foto: Paulo Ricca (arquivo)
O GEOTA diz que a maior parte da população considera o ordenamento do território um entrave ao desenvolvimento
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Compensações
Por ricardo - leiria, poro de mós
Como é que se pode embelezar este quadro?
Pdm / Prot / Pnot o que são? Apenas siglas cujo conceito é baeado numa objectividade subjectiva é uma antitese parva. Mas como estes planos dependem de areas, localizações, infraestruturas acabam por ser permitidos a alguns, já outros não percebem o porque de no terreno imediatamente ao lado se poder construir e no seu não.
A isto junta-se os ávidos mediadores cuja banha da cobra é de qualidade suprema, os tempos de crise, a falta de conhecimentos dos utentes e ainda os maus serviços públicos "controlam" esta actividade.
E o que temos?
Sem esquecer as politicas de compensação, sobre as quais eu não acredito. A compra de terrenos ao desbarato a partir de uma dica é uma boleia importante para a riqueza mas se a dica é falsa ou se gora também terá de ser o esperto que arca com as responsabilidade. E não o dinheiro de todos os portugueses a pagar ou "compensar" este intermediário.
A titulo exemplificativo!
Façam agora as contas ao novo aeroporto:
Estudos novos, novas infraestruturas, aumento ou arranjo da Portela, problemas ambientais conhecidos e ainda as compensações para toda a região oeste.
O que é isto?
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A anarquia na construção
Por Anónimo - Coimbra
A anarquia na construção não acontece apenas na capital, venham ver na zona centro/norte, por pouco que não constroem em cima do telhado do vizinho, é uma vergonha. Mas não importa que a lei mande demolir construção irregular, isso não é para cumprir. O que é preciso é construir com uns bons metros de área a mais, para isso foi executado o projecto no familiar do presidente da câmara, para tudo se permitir. Mas nada acontece porque tudo se deixa prescrever e a culpa não cai em cima de quem a tem!...Pouca vergonha nestas instituições. Consultem os inquéritos no site da IGAL em acções inspectivas no distrito de Coimbra e não só. Tudo fica em “aguas de bacalhau”
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Doentes à nascença
Por Virtualix - Lisboa
As Operações de loteamento levadas a cabo por particulares, têm obviamente como principal objectivo a satisfação dos interesses dos que as promovem, em detrimento dos interesses colectivos da população. E quase sempre o maior interesse dos promotores é maximizar os lucros.
São “pequenas ilhas” indiferentes ao tecido urbano envolvente, acréscimos avulsos ao território, sem fio condutor que as interligue, sem um conceito gerador comum, sem estrutura conceptual de conjunto.
São muitas vezes aberrações urbanísticas, cidades doentes à nascença, com patologias sem cura, onde só se pode controlar os sintomas.
Não estou a escrever nada que não seja do conhecimento geral, quanto mais não seja, porque o “sentimos na pele” todos os dias. Este “conhecimento” é mais aprofundado em todos os “intervenientes” neste processo, nomeadamente Promotores, Arquitectos e Políticos.
¿Então porque nada se faz para alterar este modelo?
Não se faz nada porque os Loteamentos dão poder a quem decide, são preciosos para alimentar os “Lobbies” instalados, servem de moeda de troca para pagar favores, e enriquecer facilmente.
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GEOTA: A maior parte dos municípios continua a deixar construir sem planos 10.12.2008
Lusa
Dez anos depois da entrada em vigor da Lei de Bases de Ordenamento do Território e Urbanismo, a situação continua “confrangedora”, construindo-se sem planos na maioria dos municípios, criticou hoje o grupo ambientalista GEOTA.
Na maioria dos municípios “continua a construir-se sem planos”, sendo estes substituídos, na maior parte das vezes, pela figura do plano privado de loteamento, “com poucas intenções de promoção do bem comum”, afirmam os ambientalistas do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) em comunicado.
Filipa Ramalhete, Pedro Costa e Graça Serra, que assinam o documento, consideram que há “a necessidade urgente de uma cultura de boas práticas urbanísticas, que não premeie quem prevarica e que mostre claramente as vantagens de promover um território equilibrado”.
Para o GEOTA, o atraso com que os planos que fazem parte do esquema de ordenamento têm vindo a ser elaborados e aprovados “é inaceitável e comprometeu o ordenamento da última década”.
O exemplo mais flagrante é o do Programa Nacional de Políticas de Ordenamento do Território (PNPOT), mas as revisões dos planos directores municipais (PDM) e dos planos regionais de ordenamento do território (PROT) também já ultrapassaram largamente os prazos previstos na lei.
Directrizes demasiado generalistas
É o caso da revisão do PROT para o Alentejo: “O Governo tem optado por permitir o planeamento de pormenor antes de efectuado o planeamento regional, permitindo assim o “facto consumado”, ou seja, pouco restará para “ordenar” quando o PROT for aprovado”.
Além disso, a articulação entre os vários planos existentes está longe de ser completa e eficaz e os PROT não cumprem os seus objectivos.
“Aquilo que temos observado com as actuais versões dos PROT é que o seu carácter eminentemente estratégico se dilui em directrizes demasiado generalistas”, adiantam os ambientalistas.
Outro problema é o facto de a maioria da população desconhecer os mecanismos de ordenamento do território, considerá-los um entrave ao desenvolvimento e não participar na sua elaboração.
O GEOTA destaca, no entanto, um aspecto positivo: a obrigatoriedade de disponibilização dos regulamentos e elementos cartográficos dos planos, não só em papel, mas também nos “sites” das câmaras municipais e comissões de coordenação regional.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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