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Foto: Mark Williams/Universidade de Leicester
O fóssil foi encontrado nos sedimentos de um lago antigo
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Isto e so rir...
Por Binn Skips - Far far away
LOL o HV que vomita aqui ipsis verbis as tretas do junkscience nao vai buscar a "sua informacao" a sua imensa sapiencia cientifica, sublimemente ilustrada com o seu patente desconhecimento da diference entre clima e metereologia, feedback e forcing radiativo, propriedades fisico-quimicas basicas do CO2, analise estatistica... Isto e so rir de facto para nao chorar. Um diz que e tudo muito complicado postanto para isso aqui um rio de citacoes fora de contexto do AR4 para fazer crer que no relatorio (apenas e tao so o relatorio que conclui a natureza e causa do AGW com altissimo grau de confianca) nao ha confianca nas conclusoes (isto para ele curiosamente nao e mentir, deve ser "cepticismo" portanto...), aparentemente a unica certeza no universo deste personagem e que a Gronelandia era mesmo muito verde e a Vinland estava cheia de uvas, certeza essa resultado do mui cientifico metodo de interpretar literalmente textos medievais. O outro diz que sabe muito (e um sabao portanto) sabe muito mais que os especialistas que trabalham neste ramo de ciencia todos os dias... nao consegue sequer articular convenientemente uma definicao correcta de clima mas aparentemente gosta de usar a palavra "clima" nas palavras cruzadas. Isto claro, enquanto se dedica, do alto da sua "ciencia a serio" (obviamente) a classificar dentro do espectro politico (aqui nao tenho a certeza se sera apenas o portugues ou sera de ambito mais global) todo este ramo das ciencias fisicas. "Cepticismo" no seu melhor sem duvida.
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USHCN
Por HV - Portugal
Aconselho vivamente aos leitores a visitar o meu último passatempo, que uso como fonte de comédia: 'http://www.surfacestations.org/odd_sites.htm'. O USHCN é tido como o melhor centro de medições de temperatura de superfície do mundo. E os 'odd sites' mal-posicionados têm sido a regra e não a excepção. Não admira portanto que Jim Hansen esteja contra medições de temperatura por satélite, elas não seriam tão cómicas!
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crackpots
Por HV - Portugal
Ataques pessoais? Quem é que fez ataques pessoais? Eu ataco a capacidade intelectual de indivíduos que não conseguem perceber algo tão primário, deveras intuitivo, como a predominância de feedbacks negativos na Natureza. Intuitivo, porém, para gente com o mínimo experiência... agora, para pessoas que só decidem tentar perceber como é que a Natureza funciona quando a polémica estala, e vão "aprender" o que sabem à Wikipédia e RealClimate, quase sempre acabam por ser como o pessoal que publica na "Progress in Physics": crackpots! Eu nunca li Crichton, nem vou buscar a minha informação a blogs, como o de McIntyre, mas por aquilo que li corroboro completamente os seus argumentos como fisicamente aceitáveis e lógicos do ponto de vista científico e de análise de dados. Só quem nunca fez análise de dados pode absorver os gráficos que os ambientalistas vomitam. Eu faço ciência a sério há já algum tempo, e ciência do clima é risível, o primo pobre daquilo que faço, e só serve para mim como um passatempo, equivalente à página de palavras-cruzadas e banda desenhada de um jornal, isto é, serve para rir um pouquinho.
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Descoberta de fóssil de crustáceo revela Antárctida com clima mais quente 23.07.2008
Nicolau Ferreira
Os Vales Secos na Antárctida parecem imutáveis. Milhares de quilómetros quadrados de rocha seca, gelada e sem vida. Mas um grupo de cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos descobriu fósseis com 14 milhões de anos de um tipo de crustáceos chamados ostracode. A descoberta obriga os investigadores a imaginar aquela paisagem agora inóspita como uma região com vegetação, lagos e com um clima mais temperado.
“Na Antárctida é a primeira vez que se encontram fósseis destes”, disse Mark Williams do departamento de Geologia da Universidade de Leicester, referindo-se aos fósseis de um milímetro de comprimento, que pertenciam a organismos que viviam em lagos.
No Monte Bóreas, situado na ponta do vale McKelvey, um dos três que formam a região, os cientistas encontraram outros fósseis. Mas, no meio das diatomáceas (algas microscópicas), dos musgos e dos escaravelhos, foram os ostracode que surpreenderam os investigadores.
“Temos pernas, partes bucais e os órgãos reprodutores. Até conseguimos ver os pêlos das pernas”, disse o geólogo, entusiasmado com o grau de conservação dos fósseis.
A segunda surpresa é que a descoberta obriga a rever a cronologia climática do continente. “A presença de ostracode que vivem no lago a estas latitudes - 77 graus Sul - é notável. Na distribuição moderna, os mais a sul estão a 60 graus”, explica o investigador.
Por isso, o clima não podia ser igual. Há 14 milhões de anos naquela região existia uma vegetação típica de tundra, com lagos alimentados pelos glaciares e com um clima mais ameno.
Segundo Adam Lewis da Universidade do Dacota do Norte, nos Estados Unidos, em 250 mil anos os glaciares que rodeavam aquela área deixaram de alimentar os lagos, o clima arrefeceu e gradualmente a região foi se tornando como hoje a conhecemos. "Passado 13,8 milhões de anos não existe água, é seco e frio”, disse o investigador à BBC News.
A descoberta foi publicada na revista científica “Proceedings of the Royal Society B” e vai ajudar a compreender a evolução do clima terrestre. “Temos este enorme salto climático que aconteceu há cerca de 14 milhões de anos, quando os oceanos se reorganizaram e a Antárctida congelou”, explica Williams. Para o investigador, os fósseis precedem a mudança e são o seu testemunho.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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