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Foto: João Henriques (arquivo)
O engenheiro responsável pela exploração classificou a manifestação de "encenação teatral"
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n/a
Por Fátima Teixeira - Odemira
Exmos. Sr. Anónimo, não são ambientalistas são simples cidadãos, consumidores informados e preocupados, a exercer o seu direito de protesto, ao contrário de outros que comem tudo o que se lhes põe no prato sem questionarem o que é nem como foi produzido... Palhacada é o que este governo anda a fazer com o poder local ao desrespeitar as vontades dos autarcas e dos populares, ao quererem ser uma zona livre de transgénicos. Fantochada são os testes de ogm em zonas protegidas, ou então melhor ainda para que são as zonas protegidas se não há vontade de as proteger? Noutros países da Europa essas zonas são automaticamente excluídas de testes com gm! Porque não acontece o mesmo em Portugal. Isso sim, são pantominas de quem não leva a sério os eleitores que os elegeram nem sequer se interessa pelos problemas da Agricultura portuguesa. E se os ogm são assim tão seguros então porque tanto secretismo e ninguém soube sem ser os "ambientalistas" a terem de escarafunchar a mais que hermética burocracia para se saber que estes ensaios estavam previstos para esta zona? Enquanto tivermos estes governantes vamos precisar de muitos mais ambientalistas, cidadãos que protegem os interesses de todos!
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São ensaios, não é cultivo
Por Anónimo - Lisboa
Considero estes actos de protesto uma total palhaçada!
Senão vejamos:
1. Tratam-se de ensaios em pequena escala e não de cultivo comercial em muitos hectares;
2. Estes ensaios em Monforte, de acordo com informações do Ministério do Ambiente, foram objecto de parecer positivo do Instituto de Conservação da Natureza, entidade responsável pela gestão desta zona protegida - Rede Natura 2000;
3. Estes ensaios não vão de modo algum contaminar nada, uma vez que terminam antes de haver pólen e consequentemente de sementes de milho. Logo obviamente não haverá contaminação das colmeias, etc como dizem os ambientalistas;
4. De acordo com informações do Ministério da Agricultura esta zona de Monforte não é de acordo com a legislação em vigor uma zona livre de milho geneticamente modificado. Não chega um municipio determinar por sua iniciativa que é uma zona livre, existem procedimentos legais para determinar este reconhecimento;
Conclusão: os ambientalistas não tem razão nenhuma ao afirmar que existem numerosos perigos e que os ensaios deveriam ser cancelados
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milho
Por Figueira - lisboa
Porque deixamos perder a agricultura "tradicional"? Qual o interesse dos nossos campos ficarem desertos/vazios? O que faz tanta gente na prisão, a aprender ainda mais vigarices uns com os outros e que nós, simples cidadão comum, ainda temos de sustentar além de sermos vítimas dos seus actos? Se em vez de tanto blábláblá e de tantos oportunistas a encher o bolso à nossa custa, se aproveitassem os terrenos e se pusessem a trabalhar os malandros, talvez as coisas melhorassem. A ciência entusiasma, os grandes negócios ainda entusiasmam mais e não se dá tempo para ver as consequências que acabam sempre por ser pagas pelo povinho que tem de ser cobaia para tudo. É evidente que a protecção das culturas transgénicas nunca é total, é impossível, n factores podem alterar os planos. É evidente que as grandes empresas compram tudo, até os políticos, que têm bons meios para se cuidarem caso necessitem! Ao menos, tenham um mínimo de honestidade e informem-nos sobre as origens do que comemos, para podermos optar!
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Monforte: manifestação junta 50 activistas contra ensaios com milho geneticamente modificado 12.07.2008
Lusa
Meia centena de activistas e dirigentes da Plataforma Transgénicos Fora manifestaram-se hoje, de forma pacífica, junto a uma herdade de Monforte, no distrito de Portalegre, em protesto contra os ensaios com milho geneticamente modificado autorizados naquela exploração, inserida em Rede Natura.
Na acção de protesto, que terminou ao início da tarde, os activistas e dirigentes ambientais percorreram a pé cerca de três quilómetros, entre a praia fluvial de Monforte, onde se concentraram, e a entrada para a herdade, animados com tambores, gritando palavras de ordem, e empunhando cartazes.
Os participantes, com a ajuda de uma “brigada de biossegurança”, composta por “50 espantalhos”, a figura tradicional que protege os campos, exigiram o cancelamento da autorização para os ensaios com milho geneticamente modificado, não apenas para a herdade em Monforte, mas também para uma exploração no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja).
Sempre com a GNR por perto, mas sem que tivesse ocorrido qualquer incidente, os ambientalistas gritavam, entre outras palavras de ordem, “Não, não, não à contaminação”, “O montado vai ficar contaminado” e “Não, não, não à agricultura do cifrão”.
Ambientalista quer cancelamento de ensaios
Margarida Silva, bióloga, coordenadora da Plataforma Transgénicos Fora, disse aos jornalistas que a herdade de Monforte “está numa zona protegida, que pertence à Rede Natura 2000 europeia”. Mas apesar disso, adiantou, “o Governo optou por autorizar, face à pressão de duas empresas, ensaios de milho geneticamente modificado, que não está testado e sobre o qual não existe qualquer garantia de segurança, que possa impedir a contaminação”.
A plataforma pede um cancelamento da licença, sustentando que “não existem, neste momento, condições em Portugal para cultivar milho geneticamente modificado em segurança”.
Por seu turno, José Maria Falcão, engenheiro agrónomo e responsável pela exploração onde estão a decorrer os ensaios com milho geneticamente modificado, classificou a manifestação como “uma encenação teatral”. O responsável sublinha que o futuro da agricultura passa pela adopção de práticas que “preservem o ambiente, mas utilizando a investigação”.
Autarquia contra ensaios
O Ministério do Ambiente autorizou, recentemente, a realização de ensaios experimentais nos dois concelhos alentejanos, solicitados pelas empresas Pioneer e Syngenta, com duas variedades de milho geneticamente modificado (dos tipos 98140 e GA21). A autorização concedida através da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) não satisfaz os ambientalistas, que dizem não terem ainda sido suficientemente estudados as consequências dos OGM para a saúde humana e o ambiente.
Em Fevereiro, a Assembleia Municipal de Monforte decidiu, por unanimidade que todo o território do município deveria ser uma “Zona Livre de Cultivo de Variedades Geneticamente Modificadas”, no seguimento de uma proposta anteriormente aprovada pela câmara municipal.
Ainda assim, o presidente da autarquia local, Rui Maia da Silva, anunciou ontem que não iria participar na manifestação, sustentando que o município “tem as suas próprias iniciativas sobre esta matéria”. “Vamos promover um debate no dia 25 de Julho para analisar os prós e contras desta situação”, explicou.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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