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Foto: Manuel Roberto (arquivo)
A biodiversidade é a categoria onde Portugal teve os piores resultados
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Nao me digas.
Por Joe Freitas - California, USA
Entao um sujeito na casa dos 40 anos, sem duvida educado pos-25 de Abril, e atrasado? Olha, eu julgava que o atraso tinha acabado quando o regime Salazar acabou. Triste nao e?
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Bidiversidade má era de se esperar
Por António Martins - Porto
Bem, com a mania de contruir em todo o lado, desde casas, a barragens, aeroporto, eu sei lá.., não sobra espaço para muita coisa. E para ajnudar, o portuga acha que floresta são aquelas matas só de pinheiros e eucaliptos, plantadas para dar mais rendimento, mas, nunca cortadas. Parecem ser mais monocultura, e isso é toxico para a biodiversidade. E não parecendo, Portugal tem muitas especies em perigo de extinção, desde a aguias, abutres, o priolo, etc, etc, etc.....
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Mais uma boa notícia
Por Manuel Abreu - Porto
Mas ainda há muitos portugueses que bem podiam andar de transporte público e andam nos pópós particulares, muitas vezes por vergonha de andar nos t. públicos, que, diga-se a verdade, nos últimos anos melhoraram muito, pelo menos no grande Porto. O que vou contar passou-se comigo, numa estação de metro de Matosinhos. Chega um sujeito, na casa dos 40 anos, e pergunta-me como se tira o bilhete na máquina. É que, disse-me ele, eu tenho carro sabe, mas está na revisão. Eu lá o ensinei mas nem lhe respondi nada, para quê? È claro que com um povo assim tão atrasado as coisas evoluem devagar, devagarinho. Nem o Sócrates consegue fazer milagres.
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Portugal ocupa o 18º lugar no Índice de Desempenho Ambiental 2008 24.01.2008
PÚBLICO
O trabalho feito na área do clima, poluição do ar, água, recursos naturais e qualidade ambiental valeu a Portugal o 18º lugar no Índice de Desempenho Ambiental 2008, elaborado por uma equipa das universidades de Yale e Columbia, apresentado ontem no Fórum Económico Mundial em Davos, Suíça.
A lista de 149 países é liderada pela Suíça (com 95,5 por cento), logo seguida da Noruega, Suécia e Finlândia. Os últimos são o Níger (com 39,1 por cento), na 149ª posição, Angola e Serra Leoa.
À frente de Portugal (com 85,8 por cento) estão ainda a Costa Rica, a Áustria, Nova Zelândia, Letónia, Colômbia, França, Islândia, Canadá, Alemanha, Reino Unido, Eslovénia, Lituânia e Eslováquia. Espanha surge na 30ª posição, os Estados Unidos na 39ª e a China na 105ª.
Este índice avalia o desempenho ambiental com base em 25 indicadores, distribuídos por seis categorias de políticas: saúde ambiental, poluição do ar, recursos hídricos, biodiversidade e habitat, recursos naturais e alterações climáticas. Mas estas categorias resumem-se a dois grandes objectivos do Índice: reduzir os efeitos nefastos do Ambiente na saúde humana e promover a vitalidade dos ecossistemas e a gestão sustentável dos recursos naturais.
Os indicadores acabam por reflectir as prioridades ambientais dos governos e a concretização mundial do objectivo 7 dos Objectivos do Milénio, definidos pela ONU no ano 2000: "garantir a sustentabilidade ambiental".
Das seis categorias, Portugal tem o pior desempenho na área da biodiversidade e habitat, ficando abaixo da média. Na verdade, os piores resultados surgem no indicador de áreas marinhas protegidas e conservação efectiva da natureza.
Portugal posiciona-se acima da média europeia em cinco das seis categorias: qualidade ambiental, poluição do ar, água, recursos naturais e alterações climáticas. Os indicadores onde o país conseguiu os melhores resultados passam pelo saneamento básico, água potável, emissões per capita e protecção de habitats críticos.
A classificação dos Estados Unidos, no 39º lugar, foi muito influenciada pelo seu fraco desempenho em matéria de gases com efeito de estufa e no impacto da poluição do ar nos ecossistemas. “O desempenho dos Estados Unidos mostra que a próxima administração não deve ignorar os impactos ambientais nos ecossistemas, bem como na política agrícola, energética e gestão da água”, comentou Gus Speth, da Universidade de Yale.
A análise das posições sugere que “a riqueza é um factor determinante do êxito ambiental”, segundo um comunicado da universidade de Yale.
“Os países com melhores resultados (...) adoptaram políticas públicas para mitigar os danos provocados pela actividade económica”. Já os “países com piores classificações, não realizaram as mudanças necessárias na saúde pública ambiental e têm fracos regimes de política pública”.
“Cada país tem algo a aprender com o Índice de Desempenho Ambiental. Mesmo os países com melhores posições têm áreas nas quais o seu desempenho não é óptimo”, comentou Daniel C. Esty, director do Centro de Legislação e Política Ambiental da Universidade de Yale e professor de Legislação e Política Ambiental.
Devido à falta de dados, 89 países ficaram de fora desta lista.
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