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Foto: Manuel Roberto/PÚBLICO (arquivo)
Os ambientalistas lamentam também a anunciada destruição da Linha do Tua
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Barragem do Tua
Por Anónimo - Porto, Portugal
Acreditar que esta barragem traz «riqueza» ou atenua alguma coisa é demonstração de fé no mínimo discutível! Estou-me a lembrar ali «perto» da barragem da Valeira: o que ganhou a zona, as pessoas e a região com aquele empreendimento de betão?
Com o Tua sem barragem estão criadas condições para desenvolver a região. Pelo facto de «nada se ter feito» é que a região daquele vale é divinal e única! Chamariz de pessoas que querem conhecer o genuíno e autêntico! 20.000 pessoas a viajar na linha do Tua por ano só para se deslumbrar com a paisagem é obra! Note-se que a Linha do Tua, por razões perversas, não é publicitada pelos operadores ferroviários e, não obstante, é percorrida por turistas de todo o Mundo! Se os horários da linha do Tua fossem compatíveis com a linha do Douro, e houvesse mais circulações, facilmente o número de 60.000 viajantes por ano aumentaria. Também há quem efectivamente queira introduzir comboios turísticos, chamariz de ainda mais pessoas, mas é um processo que, infelizmente, não parece interessar a certas instituições! Quando há 17 anos se fecharam linhas de caminho-de-ferro, «parecia» para alguns fazer sentido: os que na altura contribuíram (do lado das autarquias) hoje, por questões ambientais e conjunturais, bem como de mobilidade e desenvolvimento, hoje dizem-se claramente arrependidos! Uma barragem, mesmo que condenada pela história, é uma decisão irreversível que para todo o sempre comprometerá um património arquitectónico e de engenharia, bem como natural absolutamente incomparável! Juntemo-nos contra (mais) uma atrocidade, mais um elefante branco português! Se não somos ricos, aproveitemos o que de bom, real, genuíno e verdadeiro temos!
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primeira página do Público a 06.01.07
Por Anónimo - Portugal
"EDP danifica paisagem de zona protegida do Tua com "estradão" construído sem cobertura legal" ... "e foi já alvo de um processo de contra-ordenação aberto pela GNR em 11 de Julho do ano passado" e continua...
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desenvolvimento
Por Silvia Anselmo - Vila Nova de Gaia
Os pseudo ambientalistas do bloqueio não têm mais nada que fazer senão ajudar a afundar ainda mais Portugal?? As barragens são essenciais ao desenvolvimento de Portugal!!
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| Comentários 1 a 4 de um total de 27 |
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Organizações ambientalistas denunciam destruição da margem direita do Tua 31.12.2007
, António Garcias
Três organizações ambientalistas juntaram-se hoje na foz do Tua para contestar a politica energética nacional e denunciar ao mesmo tempo a destruição da margem direita do rio, desde a ponte rodoviária até ao local da futura barragem com a construção de um “estradão” em terra para permitir à EDP e à Construtora Teixeira Duarte fazerem os estudos geológicos do local.
A ponte rodoviária que separa os concelhos de Alijó e Carrazeda de Ansiães proporciona, aliás, uma visão paradoxal do que está em causa: enquanto a EDP vai abrindo “estradões” na margem direita do rio, na margem esquerda a Refer vai continuando com as obras de recuperação da Linha do Tua, que será submersa com a construção da futura barragem.
A Quercus, pela voz de João Branco, do núcleo de Vila Real, critica os pressupostos em que assentam os argumentos que o governo defende para a construção da barragem do Tua, enquadrada no Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEH), pois “os ganhos na produção de energia para o país não têm significado, assim como a criação de riqueza para a região é uma ilusão”. Para esta organização, destruir as potencialidades turísticas e ambientais que toda esta zona possui é um “erro crasso que as gerações futuras vão constatar”.
Esta opinião é, de resto, partilhada e reforçada pelo Núcleo de Estudos para a Protecção Ambiental da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (NEPA-UTAD), que lamenta a fraca informação prestada à população em termos do impacto ambiental; e também não entende como foi possível o Ministério do Ambiente permitir, desde já, a destruição da margem direita do Tua.
Foi ao ministro do Ambiente, Nunes Correia, que o responsável da Coordenadora dos Afectados pelas Grandes Barragens e Transvazes (COAGRET) Pedro Couteiro dirigiu as maiores críticas, considerando que a construção desta barragem e das outras que se seguirão, como a do Sabor, só são possíveis porque o governante, com formação em hidráulica, “é o verdadeiro ministro para as barragens”. Se assim não fosse, acrescentou, “não dava como certa a construção desta barragem antes da aprovação final do impacto ambiental, que, ironicamente, é da sua exclusiva competência”.
As três organizações prometem não desistir de lutar e vão pedir responsabilidades criminais acerca da queixa que apresentaram e que os Serviços de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) encaminharam para a Delegação de Vila Real da Comissão de Coordenação Regional do Norte (CCR-N), sobre a abertura referido “estradão”. E acusam a CCDR-N de nada ter feito ou esquecido a queixa apresentada.
Os ambientalistas lamentam também a anunciada destruição da Linha do Tua, dos mais belos trechos ferroviários do mundo, com um potencial turístico fantástico e que representa mais um golpe na desertificação de muitas povoações desta região que assim ficam sem o único meio de transporte disponível. E lembram que nos últimos anos a Refer gastou milhões de euros na requalificação desta linha. “Se a linha vai deixar de funcionar com a construção do empreendimento energético, para que estão a gastar dinheiro na sua requalificação? Será para transportar os materiais para a construção da barragem. Ou será para a Refer receber uma grande indemnização?”, perguntam os ambientalistas.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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