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Foto: Nelson Garrido/PÚBLICO
A taxa de escolarização bruta atinge os 89,8 por cento em Portugal
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Piorámos ou melhorámos?
Por Anónimo - Lisboa
"Ouvida pela TSF, Isabel Pereira, especialista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), explicou que estes aspectos conduziram a uma melhoria relativa da posição de Portugal.
«Os factores que estão por trás desta ligeira melhoria tem a ver com o aumento da esperança média de vida à nascença, um aumento da escolarização e uma descida do PIB per capita em termos de paridade do poder de compra», disse."
(TSF online)
Caro Sr. Nelson Garrido, que penso ser o autor desta peça,
Onde ficamos? Se a responsável do estudo diz que melhorámos, porque no texto (especialmente no título) dá claramenta a ideia de que piorámos? É porque nem publica esta parte da entrevista em que diz precisamente que melhorámos.
Se no estudo (disponível em PDF) a Sra. Isabel Pereira diz que este ano o método de análise foi alterado, porque compara com o ano passado? É porque, segundo a responsável, se o método de análise fosse o mesmo do ano passado, então teríamos subido no ranking, daí ter afirmado de que melhorámos. Porque não faz a referência a esta alteração de método (claramente relevante) no seu texto?
Quem lê o texto fica com a ideia de que piorámos, mas quem, como eu, analise melhor a situação e a informação disponível percebe então que não é bem assim.
Lamento que tenha ocultado a parte (mais importante diga-se) da informação que é que melhorámos e tente passar a ideia de que piorámos...
O rigor é o princípio base do jornalismo, o mais importante. Mas é diariamente ignorado. E este texto, perdoe-me a sinceridade, é mais um exemplo disso.
Cumprimentos.
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Concordo totalmente com o Leonardo
Por Manuel Martins - Luanda, Angola
Parece-me que os portugueses que vivem fora de Portugal têm maior rigor na avaliação do índice de dsenvolvimento humano. Por um lado, têm maior independência relativamente aos partidos políticos portugueses e à governação, por outro lado como conhecem muitos outros países podem fazer comparações.
Eu também vivo há 16 anos fora de Portugal (graças a Deus) e nasci em Bragança e só não nota a evolução quem não quer ver. O índice de desenvolvimento humano é um indicador e até estamos nos ditos países evoluídos. Os portugueses, em vez de criticarem por tudo e por nada, em vez de verem telenovelas e "chachadas" televisivas, em vez de andarem a passear pelos shoppings, leiam, estudem, vão a cursos de formação, vejam museus, conheçam a nossa História, e de certeza que o índice de desenvolvimento humano na próxima década será muito melhor. Deixem-se de lamúrias e trabalhem. Os eternos descontentes qualquer dia ficam isolados e a falar sozinhos...e o índice vai aumentar. Já agora, vão consultando na internet o site da UNDP ou PNUD e vejam a composição do índice e a sua evolução antes de criticarem.
P.S. Os grevistas aproveitem o próximo fim de semana prolongado para irem às livrarias e comprarem pelo menos um livro - o índice vai subir
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Pois como este Pais vai progredir,
Por roco - Canada
Pois como este Pais vai progredir, onde só se fala em férias, futebol e subsidios de Natal e Férias... Somos preguisosos e temos um sistema judicial e de educacao de bradar aos ceus.. Corruptos? Uma boa percentagem do Pais..Pagar imnpostops? Ate a pouco so pagava quem queria. Temos uma populacao que quer mostrar que e importante, com doutores e engenheiros (formados com influencias familiares) nas escolas tecnicas, como por exemplo a de Braganca..Andam la 3 anos, deitam barbas, olham com ar de importante e depois sao os bacharelatos portugas...Rais parta o sistema..
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Portugal desce uma posição no índice de desenvolvimento humano da ONU 27.11.2007
Lusa, PUBLICO.PT
Portugal ocupa a 29ª posição no índice de desenvolvimento humano das Nações Unidas com 177 países, registando a queda de uma posição em relação ao ano passado, segundo o relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), publicado hoje, que este ano é dedicado às Alterações Climáticas.
No relatório "Combater as Alterações Climáticas: solidariedade humana num mundo dividido", Portugal consegue 0,89 pontos num ranking que analisa dados relativos a 2005 em 177 países e regiões especiais e que é liderado pela Islândia com 0,96 pontos.
Entre os Estados membros da União Europeia, Portugal ocupa a 17ª posição no índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que avalia o estado do desenvolvimento através da esperança média de vida, da alfabetização dos adultos e da escolarização, bem como indicadores de rendimento.
Irlanda (5º), Grécia (24º), Eslovénia (27º) e Chipre (28º) são países da União Europeia à frente de Portugal, para além dos países nórdicos e das potências europeias Espanha, França, Alemanha, Itália e Reino Unido.
Atrás de Portugal, que integra a lista dos 70 países com desenvolvimento humano "elevado" contam-se estados-membros da UE como a Polónia, a Hungria ou a Bulgária e países do resto do mundo como os Emirados Árabes Unidos, México, Rússia ou Brasil (o último da lista dos países com desenvolvimento elevado).
A taxa de escolarização bruta combinada dos ensinos primário, secundário e superior atinge os 89,8 por cento em Portugal, que viu aumentar de 92 por cento em 2004 para 93,8 por cento em 2005 a taxa de alfabetização de adultos.
A esperança de vida em Portugal situava-se em 2005 nos 77,7 anos e o valor do Produto Interno Bruto era de 20.410 dólares anuais em PPC (paridade poder de compra) per capita.
Em termos gerais, a Islândia, com 0,96 pontos, ultrapassou a Noruega que foi número um no ranking nos últimos seis anos.
Vinte e dois países, todos da África Subsahariana, estão classificados na categoria de países com "desenvolvimento humano baixo", sendo que em dez destes países, duas em cada dez crianças não atingirão os 40 anos, revela o relatório.
Pelo contrário, entre os 20 países de topo da lista, apenas a Dinamarca e os Estados Unidos terão menos de 9 crianças em 10 a atingir a idade de 60.
Na maior parte dos países - incluindo a China, a Índia, e o Brasil - o IDH subiu nos últimos 30 anos, mas alguns países apresentam retrocessos neste âmbito.
Ao todo, 16 países têm hoje um IDH menor do que em 1990 e três destes países - a República Democrática do Congo, a Zâmbia, e o Zimbabué- têm um IDH mais baixo do que tinham em 1975.
Este ano não estão incluídos 17 Estados membros das Nações Unidas, entre os quais o Afeganistão, o Iraque e a Somália, devido à insuficiência de dados fidedignos.
PNUD quer redução de 80 por cento das emissões até 2050
Este ano, o PNUD quis dar uma mensagem "climática" através do seu relatório anual porque, como escreve, "as alterações climáticas são o desafio para o desenvolvimento humano no século XXI. Um fracasso em responder a esse desafio vai atrasar e até reverter os esforços internacionais para reduzir a pobreza".
O que este relatório quer dizer é que a escala dos impactos do sobre-aquecimento do planeta tem sido "muito substimada". Apesar disso, os efeitos já são bem vísíveis. A lista do PNUD passa por secas mais frequentes e mais longas, inundações, tempestades mais graves, degelo dos glaciares e alterações nos padrões de precipitação.
Para atacar o problema das alterações climáticas, o relatório pede "aos países desenvolvidos para demonstrarem a sua liderança ao reduzirem as suas emissões de gases com efeito de estufa em, pelo menos, 80 por cento, a níveis de 1990, até 2050 e em 30 por cento até 2020".
Segundo o PNUD, os "países ricos devem adoptar reduções obrigatórias das emissões para estabilizar o CO2 (dióxido de carbono) durante 2012-2050. É irrealista esperar que os países em desenvolvimento façam o mesmo".
A luta contra o sobre-aquecimento global poderá custar, por ano, 1,6 por cento do PIB mundial, até 2030, estima o relatório.
"Este relatório é um apelo à acção, não um consolo para o desespero. As alterações climáticas são inevitáveis, mas apenas se não agirmos já e de forma concertada", escreve o documento.
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A Galp Energia lançou em Março o Programa de Mobilidade Sustentável, um projecto a longo prazo que numa primeira fase, dará destaque à mobilidade sustentável.
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Veja aqui como
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Este ano, o Carnaval de Loures é dedicado ao tema "Ecologia". De 14 a 16 de Fevereiro, 1500 figurantes e 15 carros alegóricos vão levar às ruas da cidade a água, o fogo, o ar, a terra e os animais que habitam na Terra. É um convite a uma viagem ao mundo natural, desde as florestas mais exuberantes até às quentes savanas africanas. |
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